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Parece um logradouro comum, com crianças brincando de bola e senhoras conversando nas calçadas das casas. Quem chega na rua 21 do bairro Amazonino Mendes nem imagina que em uma das casas,das mais singelas, está sendo desenvolvida uma máquina que poderá revolucionar o mundo da eletricidade. Pelo menos é isso que prometem os criadores dessa engenhoca, um grupo de cinco amigos que se uniu em prol de um sonho, e agora batalha para tocar o projeto pra frente.

Os personagens dessa história não são ricos empresários ou renomados engenheiros. Eles são “cinco quebrados”, como define o técnico em eletrônica e inventor da máquina, Iomar Farel Corrêa. Além dele, participam do projeto o  seguranças José Edson Batista e Valdenilson Pantoja Loureiro, o funcionário público Raimundo Nonato Nogueira e o mecânico João Carlos de Oliveira. “A idéia foi minha, mas nós nunca chegaríamos a lugar algum se meus amigos não tivessem ajudado”, explica.

Antes de dar continuidade a essa história, o leitor precisa entender o que é a máquina. Trata-se de um motogerador de corrente continua. Para os leigos em eletrônica, a invenção se propõe a potencializar qualquer forma de energia renovável, ou seja, transformar o mínimo de matéria prima no máximo de eletricidade. “Nossa máquina aposta na união entre um campo magnético e imãs permanentes. Há mais de 20 anos tive essa idéia e venho trabalhando nela desde então”, argumenta.

Como a energia é gerada com “pouquíssima” rotação, as aplicações para o invento são inúmeras. Farel afirma que seu motogerador pode ampliar, por exemplo, a eletricidade gerada por painéis de energia solar. Esta pode ser a solução para o grande problema desse tipo de alimentação, que exige campos enormes de painéis para iluminar um pequeno grupo de casas ou indústrias, tornando-a economicamente inviável. Outra fonte de energia que pode ser democratizada com a invenção dos amigos é a eólica.
Ecologicamente Correto

Nem mesmo o apelo ambiental é deixado de lado na hora de vender o produto. A máquina poderá gerar eletricidade por intermédio de energia hidrelétrica, mas com impactos menores no meio ambiente. “Como a máquina gira em rotação baixa, não será preciso construir barragens. Ela pode ser instalada em qualquer flutuante ou barco. O mais interessante é que a energia não para na época da seca, o que acontece sempre com as hidrelétricas convencionais” destaca.

José Edson aponta, eufórico, uma das suas aplicações prediletas, os carros elétricos. Segundo ele, um automóvel movido a eletricidade precisa de aproximadamente 400 kg de bateria, e o alcance é pequeno. “É tão pesado que a energia gerada só serve para carregar as baterias”. Com o motogerador vai ser necessário uma única bateria, que poderá ser abastecido, “bem baratinho”, em qualquer posto. Direcionando a idéia para os barcos, a energia pode ser eólica, hidrelétrica, solar ou gerada de uma simples bateria.

Toda essa eficiência não esta apenas nos sonhos dos amigos. Há dois anos começou a se tornar uma realidade com muita criatividade, noites em claro e pouco dinheiro. “Pouco dinheiro não. Pra nós foi muito, e perdemos as contas de quanto gastamos”, corrige Farel. Recentemente eles construíram um protótipo do motogerador, que já está em funcionamento na casa usada como oficina. E foi neste processo que surgiu uma das figuras chaves: João Carlos, o mecânico artesão. O grande gênio do grupo.

O Gênio

Estes elogios parecem exagero, mas foram dados pelos próprios amigos do mecânico. Para eles, João tornou possível o que parecia uma utopia. “Como eu expliquei antes, somos peões. Não tínhamos dinheiro para comprar peças e ferramentas, e foi o João que conseguiu resolver tudo isso com improviso”, conta Edson. Ele mesmo fabricou as peças, e ajustou o que não se encaixava. Se não fosse a criatividade do mecânico, muito seria gasto com a compra de peças fora do Estado.

Falando em improviso, a máquina foi toda concebida com pedaços de compensado, fios de nilon e pedaços de cobre. Quem olha pra engenhoca vê uma máquina de visual bastante rústico, que faz barulho e solta faísca quando está ligada. “Com o dinheiro que tínhamos, foi isso que deu pra fazer, e fizemos até demais. Ela poderia ser menor e menos barulhenta se tivéssemos as peças necessárias”, explica Farel. Equacionar esses problemas e melhorar a qualidade da máquina é hoje o grande desafio dos amigos.

Desde que o protótipo ficou pronto a equipe procura parceiros que ajudem a melhorar o sistema. Tornar a máquina ainda mais eficiente e pronta para ser comercializada exige investimento que ‘os cinco quebrados’ não possuem. Recentemente eles procuraram a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), mas o auxílio foi negado porque nenhum deles possui ensino superior. “Isso é um absurdo. O presidente do Brasil é um autodidata e ainda temos esse preconceito”, protesta revoltado José Edson.

Atrás do Apoio

Impacientes para tocar o projeto, o grupo procura ansioso por parceiros, de preferência na iniciativa privada. ”Encontramos muita gente puxando o projeto pra baixo. Gente que diz que não vai dar certo, que promete ligar e nos esquece. Tenho certeza que nossa máquina não faz nem 50% do que pode fazer, e se eu não tivesse essa certeza não empurraria meus amigos pra essa empreitada”, disse Farel. Um engenheiro já utilizou formulas matemáticas pra provar que o motogerador não dá certo, mas não desmotivou ninguém.

Usando citações de Aristóteles, Galileu, Farel dá uma lição de que nenhum ser-humano pode desistir dos sonhos. Ele lembra que todas as descobertas da física partiram da quebra de uma lei antiga. “Gosto de pensar que não existe limite. No dia que o homem descobrir os pormenores do nosso cérebro, ninguém morre mais”, filosofa. Foi aí que o grupo discordou pela primeira vez. “Para. Agora você já ta viajando”, caçoa Edson. “Pelo amor de Deus, agora você forçou”, completa o, até então, calado Nogueira.

Para os interessados na invenção, segue abaixo o contato dos geniais cientistas:

Farel: 9177-8179 e José Edson: 8198-3838

Amigos, diante da grande dificuldade em atualizar os dois blogs, informo que a partir de hoje estou me mudando definitivamente para o endereço do “O Avesso”, revista digital da qual o Agridoce faz parte. Este blog continuará aqui, mas sem atualizações. Até que o Diego resolva voltar da sua letargia, é claro. Alguem lembra dele?

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Grande Abraço

Os Kombeiros de Manaus estão tentando entender, até agora, o que fez Amazonino Mendes mudar de idéia em relação à legalização do transporte prometido em campanha. Em troca, é claro, de alguns servicinhos de transporte no dia da eleição.

Pra tirar essa dúvida a bambambam da categoria, Suely da Kombi-Lotação peitou o vice prefeito Carlos Souza (tio do Rafa) e o questionou sobre a mudança de comportamento. A resposta, porém, não agradou muito a nobre senhora:

“Estávamos em campanha, lá era diferente. Agora é outra história. Não vamos legalizar. Aliás, está proibido”

Revoltados com a falta de palavra, kombeiros da zona Norte fizeram uma manifestação da Estrada da Cidade Nova, parando as duas vias em frente ao Manôa. As hostilidades contra Amazonino “Prometendo” Mendes nem de longe pareciam com aquela rasgação de seda de outubro passado.

Segue abaixo o diálogo travado entre um kombeiro e um vendedor de picolé:

Kombeiro: Esse Amazonino não ganha mais nem pra vereador. Essa é a pior administração da história dele. Não podemos mais deixar ele ganhar nada.

Picolezeiro: A gente não poderia era deixar ele voltar, e ele voltou. Agora Manaus que pague por isso

Kombeiro: Pois é, e eu votei nele (cabisbaixo).

Picolezeiro: Votou, carregou eleitor pro cara, pediu voto, acreditou nas promessas dele e foi enganado. (com um sorriso malicioso, apesar dos poucos dentes).

Kombeiro: Ah, e o senhor vai me dizer que não fez isso também? Que não votou nele?

Picolezeiro: Eu não! Não sou idiota.

Depois da resposta o kombeiro recebeu uma suposta ligação no celular, se distanciou do isopor do piclé. Só desligou o celular depois que entrou na kombi pra ir embora. Nem pôde ouvir a última do picolezeiro:

“Já vai, meu filho? Fique assim não. Toma um picolézinho da massa pra alegrar teu dia”.

O presidente da república, Luís Inácio “Lula” da Silva, deixou poupadores e economistas de orelha em pé ao apresentar mudanças no cálculo de rendimento da poupança. Ainda que haja um compromisso do governo de não prejudicar a população, qualquer alteração faz com que o cidadão com um pouco mais de vivência se lembre do confisco às poupanças efetuado pela dupla mais odiada por aposentados do país, Collor e Zélia.

Mas o leitor do Agridoce pode ficar despreocupado, pois economistas garantem que as mudanças não trarão conseqüências catastróficas. Pelo contrário, ela chega na hora certa para evitar que o sistema tenha um colapso. Isso porque, a poupança foi criada para pequenos e médios poupadores, já que é livre de tributos e possui risco zero. Só que nos últimos anos essa facilidade atraiu grandes investidores para as poupanças.

Foi aí que nasceu o problema, já que o governo pode ficar sem dinheiro para pagar todos os poupadores, o que irá penalizar os mais pobres. Para evitar isso, o governo passará a cobrar imposto de renda dos clientes com mais de R$ 50 mil, e reduzir seus rendimentos, medida apoiada pelo economista Francisco Assis Mourão. “Diminuindo os benefícios, o governo deverá inibir grandes investidores e controlar o excesso causado por eles”.

Dessa forma, os pequenos poupadores não sentirão efeito algum, mas poderão se sentir mais seguros na poupança, que foi criada para eles. Já os magnatas devem voltar a investir suas fortunas em fundos de investimento, que é o lugar deles. Para Mourão, se a estratégia não der certo, e os investidores continuarem procurando a poupança para fugir do Imposto de Renda e das taxas de manutenção, o sistema poderá quebrar.

Corroborando com essa idéia, o economista Rodemarck Castelo Branco defende que essas alterações sejam feitas imediatamente. “Os mais pobres tem que ter atrativo para continuar na poupança, e os grandes investidores que migraram dos fundos de investimento devem ser punidos com a redução desse rendimento. Agora, essa estratégia pode custar um alto preço político para Lula, afetando resultados nas próximas eleições”.

Não é pra menos, Lula vai mexer com a grana da influente classe média, Além disso, questionou-se bastante o momento em que o governo escolheu para fazer essas mudanças, já que estamos no meio de uma crise econômica. Mas o economista e presidente da Ciclo Consultoria, José Laredo, acredita que as mudanças estão diretamente relacionadas ao momento financeiro do país.

“Com o momento delicado em que a economia vive o Banco Central foi obrigado a diminuir os juros da taxa Selic. Isso influenciou investimentos como o CDB, que perdeu rendimento e, até o final do ano, poderá render menos do que a poupança”, explica. Na continuação do ciclo, o baixo rendimento assustará os investidores do CDB, que migrarão adivinha pra onde? Sim, as poupanças no Brasil. Que já começaram a inchar, gerando mais dinheiro para os bancos.

“Aí é que está o problema, pois a lei definiu que esses fundos devem ser investidos exclusivamente em projetos de habitação. Como tem cada vez mais dinheiro, o governo não consegue encontrar destinação para tudo, e boa parte fica parada, sem aplicação”. Neste caso, o economista defende que outros setores também devem se beneficiar com o fundo. Com isso, o economista acredita que Lula deve propor uma nova política de utilização da poupança, também baseada nas limitações.

Cautela

A oficial de cozinha, Maria das Dores Costa, de 53 anos, tem um forte motivo para temer as mudanças. Há 19 anos ela perdeu todo o dinheiro da poupança com a medida adotada por Collor e pela ministra da Fazenda, Zélia Cardoso. “Perdi cerca de 200 cruzeiros que pretendia investir na ampliação do comércio que eu tinha. O estrago só não foi maior porque eu já havia tirado boa parte do dinheiro para dar entrada em uma casa”. Isso”.

Se sentindo ludibriada, Maria das Dores perdeu boa parte da confiança que tinha nas instituições financeiras e governamentais. Apesar disso, acha difícil que algo tão trágico aconteça novamente. “Sinto mais segura agora, pois a economia do país parece estar mais segura também. De qualquer forma, é melhor ficar alerta e tomar cuidado”, conclui a esperançosa, porém cautelosa, oficial de cozinha.

Portanto, as mudanças não deverão trazer conseqüências graves para a população, e de acordo com os especialistas, até vale a pena acreditar na boa vontade do governo Lula. Para o amigo leitor que tem uns trocadinhos na poupança, pode ficar calmo e esqueça a idéia de guardar a grana debaixo do colchão, pois confiscos estão fora de cogitação. Mas àqueles que estão com os cofres cheios, é melhor correr. É isso que quer o governo.

Me surpreendo  todos os dias com o poder de persuasão do prefeito Amazonino Mendes. Mesmo quando ele não diz o que as pessoas querem ouvir, elas ouvem dele a promessa mais agradável.

Após reunião com estudantes para tratar sobre meia passagem, o Negão foi aplaudido e deixou todo mundo satisfeito mesmo quando disse que não voltaria atrás em relação a redução. Nossas brilhantes lideranças estudantis estão crentes que ele disse o contrário, e tomará a melhor decisão.

No começo do seu governo aconteceu algo bem parecido. Depois de fazer mudanças absurdas no trânsito do centro da cidade, os empresários do comércio solicitaram que o nobre prefeito revesse as mudanças. Mas em reunião na CDLM ele disse que não mudaria, e não o fez. Ainda assim empresários sairam satisfeitos, chamando o Negão de Estadista que ouve a necessidade do povo.

Manaus virou um caos da noite pro dia, com a atitude da Câmara do Vereadores de restringir de 120 para 44 o número de passes estudantis disponíveis por mês. Manifestações surgem inesperadamente em diversos locais da cidade, demostrando que a classe ainda tem um belo poder de mobilização.

Quero deixar claro que a palavra “caos” é usada com uma pequena dose de sarcasmo, pois sou completamente a favor de atos populares como esse, principalmente por uma causa tão importante. O que me preocupa, porém, é que os estudantes manauaras só estão correndo atrás do prejuízo, tentando sarar dos ataques que se deixou sofrer.

Digo isso com uma certa propriedade, pois noséculo passado fui presidente da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (UMES), e à frente da entidade tivemos que enfrentar os mesmos problemas vividos hoje. Aliás, é bom que fique claro; prefeitura e empresários tentam, há décadas, tirar da gente um direito conquistado por meus precursores.

Sempre que entrava o ano, o prefeito da vez, aliado à quadrilha de empresários, convencia a CMM a votar uma lei restringindo o número de passes e os dias e horários de utilização, como fizeram agora. A estratégia de pegar os secundaristas de férias não adiantava, pois a UFAM sempre foi parceira na luta e a sociedade apoiava nossos atos.

Colocávamos carro de som em frente à Prefeitura a Câmara pra fazer barulho. Invadíamos sessões e cobrávamos o passo atrás que vinha no fim do dia. Hoje não se vê mais isso. Um amigo meu bem radical diz até que estudante de hoje não joga mais nenhuma pedrinha em ônibus. Não sou a favor de depredações, mas sim de medidas enérgicas.

O que vejo hoje são centenas de entidades que dizem representar os estudantes, uma pra cada concepção política. Elas imprimem tudo que existe de mais atrasado na política. Batem palma pra políticos corruptos, ou se calam por um carguinho aqui e outro alí. O interesse dos dirigentes, há muito, se sobrepôs à vontade coletiva.

Acabei de descobrir que o prefeito vestiu a manta do populista e voltou atrás na decisão, garantindo os 120 passes. Beleza. Pena que ele foi ovacionado pelos estudantes como salvador da pátria. Esqueceram que dele o comando desse grupo político, que foi dele a idéia de reduzir a meia passagem, diminuir as verbas da educação, acabar com o Prosed…

Se confirmada a decisão, parabéns para os estudantes que se revoltaram desde o início e lutaram contra. E fica o apelo para que estejamos mais atentos aos ataques, que não irão cessar. Vamos desmascarar as falsas lideranças. Esses estudantes de 50 anos que vivem engravatados e frequentam casas e festas de políticos.

Tenho medo da influência dessas pessoas na nossa sociedade, mas tenho ainda mais medo de que algo faça com que nossa juventude perca a capacidade de se indignar. Tenho 24 anos e ainda sou estudante. Não fui às ruas desta vez, mas tento fazer minha parte de alguma forma. No dia em que tiver filhos, espero  o mesmo espírito de luta, mas por novos ideais.

Frase no cartaz de estudante que protestava contra a redução da meia passagem em frente a Câmara de Vereadores:

“Só falta me beijar na boca, porque me fodendo já está” 

Seria cômico se não fosse trágico. Em breve comentário mais detalhado a respeito do assunto “Meia Passagem”, do qual me orgulho por conhecer bastante.

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Vamo, Timão!!!!!!!

Você conhece o Kitó, amigo leitor? Não lhe culpo se a resposta foi negativa. Ele era, até este domingo, um ilustre desconhecido do futebol amazonense. Craque de um time chamado Penarol. Penarol você conhece, né? Já viu na Libertadores? Não, não…este é do Uruguai, o nosso Penarol fica em Itacoatiara.

Apesar de não ter fama alguma, Kitó joga “qui só”, e marcou um golaço no meu Rio Negro, na rodada do Amazonense deste final de semana. Tanto que o rapaz virou figura de uma votação do Globo Esporte, disputando com ninguém menos que Robinho e Ronaldo.

Kitó está em segundo lugar, perdendo de pouquinho pro Fenômeno corintiano, que também fez um golaço pelo meu Timão. Engraçado que a chance aparecer para o mundo fez com que o Amazonas se mobilizasse de forma incrível, com correntes e mensagens no orkut pedindo voto para o artilheiro.

Isso não se via desde que Milena disputou o paredão do BBB. E você há de convir, sou mais Kitó do que Milena. Por isso também visto a camisa, pois sou Kitó desde pequenininho. E olha que ele ta disputando com um corintiano com o gol que fez no Rio Negro.

Dá-lhe, Kitó

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A instabilidade política em que o Amazonas vive fez com que nossos parlamentares abrissem os olhos e buscassem empregos alternativos caso percam o mandato.

Irailton Sena, vereador cassado na última segunda-feira, e o deputado estadual Wallace Souza, que vive à eminência de uma cassação por problemas “familiares”, estão deixando a barba crescer pra pleitearem um emprego de Papai Noel em dezembro.

De acordo com as fotos reveladas recentemente pelos meios de comunicação, Wallace nem precisa mais engordar.