No donuts for me

Não há nada pior do que ficar refém da informática, ou daqueles que entendem dela.

Há um tempo atrás o servidor da prefeitura bloqueou o acesso a praticamente todas as editorias do portal do UOL, deixando livre apenas algumas notícias sobre política e economia (o que já vinha sendo feito com outros sites desde 2005).

Se eu tentar ver as notícias da segunda divisão do campeonato brasileiro, ou procurar informações de shows de rock vou dar de cara com essa mensagem aí de cima. Curiosamente encontrei algo no portal do UOL que não foi bloqueado pela secretaria municipal de ciência e tecnologia da informação…a página de tecnologia…POR QUE SERÁ? =p

MAs não vou reclamar…vai que encarnam com o wordpress, ou pior, só com o Agridoce =D

Jimi Thing na Floresta

Enfim chegou o dia tão esperado (por mim, pelo menos)

De acordo com o Portal da Amazônia e outras fontes da internet, a Dave Matthews Band virá a Manaus no dia 26 de setembro. Ela é uma das atrações confirmadas para o festival About Us (evento ligado a conscientização da preservação ambiental). Além da DMB, também estariam confirmados Ben Harper e os brasileiros O Rappa, Vanessa da Mata e (blergh)NX Zero.

Relembrando do histórico de Manaus como rota de shows internacionais, é impossível esquecer os frustrantes The Calling e Guns n´Roses, mas DMB é muito melhor e vale a pena torcer pra que aconteça de verdade. Para os fãs…tire a poeira virtual das suas mp3s da banda e comecem a se familiarizar com Jimi Thing, Rapunzel, Crash in to Me e Pantala Naga Pampa.

Se rolar novidades eu posto aqui

Grande Abraço a todos


Pós Post: Dizem as más línguas que a Vanessa da Mata só foi convidada pela referência que seu nome tem com a temática do evento (hãn?, hãn?…sacaram?) =p

Dark Point and the bikes

Tenho medo de transformar esse blog em um diário de bordo de pedalada, mas relembrar as aventuras ciclistas é tão bom quanto andar.

Sábado passei a noite na casa do Victão em reunião do Clube dos 5 (que dessa vez foi só 4). Saí de lá às 5:30, deixei meu irmão em casa, coloquei a bicicleta no carro e toquei pro japiim, encontrar o Bano, o Glauber e o mais novo integrante das pedaladas, o Irwin.

De lá fomos pra Ponta Negra, e passamos a manhã inteira pedalando na estrada do turismo. Aquilo é coisa de outro mundo, cara…Sobe ladeira, desce ladeira…e na súbida a gente se arrepende de ter saído de casa, mas na descida é uma alegria inexplicável (o ruim é lembrar que na volta as descidas viram subida).

Depois voltamos pra Ponta Negra e protagonizamos cenas ridículas em uma guerra de pistolas dágua (ou garrafinhas de reidratação). Pra fechar com chave de ouro nos encontramos no Mindu, e tomamos um belo café da manhã. Que pra mim, em particular, saiu relativamente caro =p

Quando fui deixar o Irwin em casa pude ter noção da milionária campanha que o Omar está fazendo na cidade. Ví uns 1.500 cabos eleitorais do cara, só na bola do Coroado =p Ainda assim a campanha do cara não decola…os pais de família agradece.

Enfim, post meio sem nexo só pra continuar postando =p

Grande Abraço

A volta do boêmio

Depois de choros e velas, de uma faixa amarela gravada com o nome dela (a bicicleta), enfim voltei a realizar uma das minhas atividades desportivas preferidas…o ciclismo. Sábado passado eu, Pintinho e Bano nos reencontramos para um histórica jornada pedalística, que saiu do centro da cidade (cada do Pintinho) e percorreu toda a Getúlio Vargas, parte da Joaquim Nabuco e Djalma Batista, até chegar ao Parque dos Bilhares.

Foi tudo lindo, quase não cansamos e o ambiente do Parque (que nessa segunda faz um ano de idade) é algo espetacular. A merda toda foi na volta, O Bano esqueceu todas as recomendações pedalísticas que nos faz escolher um caminho com o menor número de ladeiras, e fez a gente subir a Djalma, e a Maceió (quase lápide do pulmão do Pintinho). Ao concluir a subida quase tivemos a primeira desavença entre o grupo, que sempre se pautou pela união e pelo respeito mútuo.

Outra burrice, dessa vez motivada pelo Pintinho foi para pra lanchar na Praça 14, tornando a última etapa um martírio (com a bunda doendo e a barriga pesada de x-tudo e maionese de alho. a última cagada da noite foi minha, que deixei o carro na casa do pintinho em vez de deixar em casa, já que eu tava tão pertinho dela. Maaas, sem problemas. A alegria de voltar a ativa compensou todas as dores, e aperreações.

Esse sábado promete mais uma, e espero ter muita história pra contar.

Grande Abraço

Prisão de Mente

Sofro de um problema sério de prisão de ventre que não é no ventre, e sim na cabeça. É algo sazonal, de dois em dois meses, ou de três em três, não sei bem. Só sei que nesse período entro em abstinência bloguística, e, por mais que tenha milhares de idéias e os acontecimentos explodam na minha cara, não consigo escrever uma linha pro agridoce.

Essas limitações me deixam irritado, porque quero dar mais atenção ao meu querido blog. Quero fazer o que mais gosto, que é transformar em palavras organizadas (ou não) o que penso, faço, desejo. Quero ter um pouco mais de respeito com as poucas pessoas que se preocupam em ler o blog, em comentar os artigos e até criticar.

Dia desses encontrei um casal de amigos que há tempos não via. Num típico encontro de drogaria perguntamos pela família e no final ele fez um elogio aos textos do blog, o que me deixou surpreso (já que nunca divulguei o endereço pra ele). Outro dia uma antiga amiga comentou que também é leitora do agridoce, e cobrou atualizações. Partindo dela é um grande elogio, já que a moça é uma das melhores blogueiras da cidade, com página até no Interney.

Já havia prometido não ficar me justificando pelas ausências, mas esse post tem a pretensão de apontar um recomeço, um “vamo tentar outra vez”, uma avassaladora diarréia mental, que traga a tona tudo que há de podre (ou não) em minha cabeça. E isso não é uma referência negativista que compara meus posts a merda…é só a tal da metáfora mal aplicada pra cacete.

Grande Abraço, amigos…e até logo