Prisão de Mente

Sofro de um problema sério de prisão de ventre que não é no ventre, e sim na cabeça. É algo sazonal, de dois em dois meses, ou de três em três, não sei bem. Só sei que nesse período entro em abstinência bloguística, e, por mais que tenha milhares de idéias e os acontecimentos explodam na minha cara, não consigo escrever uma linha pro agridoce.

Essas limitações me deixam irritado, porque quero dar mais atenção ao meu querido blog. Quero fazer o que mais gosto, que é transformar em palavras organizadas (ou não) o que penso, faço, desejo. Quero ter um pouco mais de respeito com as poucas pessoas que se preocupam em ler o blog, em comentar os artigos e até criticar.

Dia desses encontrei um casal de amigos que há tempos não via. Num típico encontro de drogaria perguntamos pela família e no final ele fez um elogio aos textos do blog, o que me deixou surpreso (já que nunca divulguei o endereço pra ele). Outro dia uma antiga amiga comentou que também é leitora do agridoce, e cobrou atualizações. Partindo dela é um grande elogio, já que a moça é uma das melhores blogueiras da cidade, com página até no Interney.

Já havia prometido não ficar me justificando pelas ausências, mas esse post tem a pretensão de apontar um recomeço, um “vamo tentar outra vez”, uma avassaladora diarréia mental, que traga a tona tudo que há de podre (ou não) em minha cabeça. E isso não é uma referência negativista que compara meus posts a merda…é só a tal da metáfora mal aplicada pra cacete.

Grande Abraço, amigos…e até logo

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