With Stops in…

Hoje estou postando diretamente do aeroporto internacional Juscelino Kubitschek, onde faço uma escala de duas horas até o embarque para Curitiba. Ainda na janelinha do avião tive um momento de extrem saudosimo bôbo, tentando identificar ruas e prédios conhecidos dessa cidade que eu amo. Pra minha decepção nem tá tão fro quanto eu esperava, e ainda peguei a época seca de Brasília, quando a grama fica marronzinha e os lábios rachados…nessa época as crianças são liberadas de algumas aulas na escola por falta de umidade.

Infelizmente também não pude sair do aeroporto, não pude dar uma volta, ver o que mudou ou o que não muda nunca. As vezes até acho que os velhos de Brasília podem ser eterns…enfim. Daqui  a três minuos meu vôo chega e terei que embarcar, enquanto isso ficare divagando e utilizando desse espaço que conta com a paciência de vocês…Ainda sobre Brasília, lembrei dos tempos em que comiamos framboesa colhida no caminho da escola e tomei um sorvete da fruta.Não foi a mesma coisa.

Um acontecimento triste…um colega de vôo perdeu a bolsa com os documentos.Segundo ele, ela foi roubada do avão. Sobrou tristeza pro cara, e agora ele tá desesperado pois todos os documentos e todas as outras coisas estavam por lá. Há pouco ouvi a voz robotizada do aeroporto chamando ele…espero que tenham encontrado. Aliás, vocês sabiam que a mulher que faz anuncios no aeroporto de Manaus é a mesma daqui??Juro…a voz é a mesma

Ficarei em Critiba até sábado, cobrndo um evento sobre turismo pelo jrnal. Lá espero um frio intenso e rachante, como anuncia o site da prefeitura de lá. Chegarei lá às 11h e ficarei livre o dia todo, até amanhã, quando o evento realmente começa. O interessante é que na programação haverá algumas viagens a cidades perto de Curtba, inclusive com um passeio por Beto Carreiro, em Santa Catarina.Siiiim, eu tô empolgado =)

Chego em Manaus no domingo, e nesse fim de semana não devo pedalar. Também estare cansdo pra jjogar um voleizinho, mas fare um esforço pra aparecer porque a saudade pelo meu irmão tá me matando por dentro – Mano, amo você – Também quero ver meus amiguinhos e o meu amor, que me deixou no aeroporto há algumas horas, e eu ainda não consegi esquecer o rosto dela se despedind de mim. – Minha tatuzinha, amo você…amo pra sempre, amo como nunca te amei.

Vou ficando por aqui, pois as pessoas já estão curiosas pra saber o que eu tô escrevendo. Até breve, amigos

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Confundiram “Quadrilha de Coari” com “Quadrilha de Gari”

Do O Malfazejo:

Confesso, vacilei. Não sei se por causa do cansaço de uma noite mal dormida (filho pequeno, você ainda terá um), as primeiras informações da manhã me assustaram. Depois de ouvir o horário político no rádio, ouvi o programa CBN Manaus. Na entrada do programa, os apresentadores diziam lamentar que “a corda sempre arrebente pro lado mais fraco”, e relatavam que oito funcionários da Prefeitura foram presos “EM FLAGRANTE” (tempere a expressão com ênfase a gosto) “destruindo patrimônio público”. Os oito garis foram presos enquanto retiravam placas do Governo do Estado, instaladas em local indevido.

Tendencioso que sou, me assustei. Afinal, com a ênfase dada pelos radialistas ao FLAGRANTE, volúvel e parcial que só eu, logo fiquei tentado a condenar o ato dos oito e a me decepcionar com a Prefeitura — sim, eu demoro mais a me decepcionar com ela do que muita gente boa da cidade.

A história contada no rádio era convincente. Não há argumentos contra um flagrante. Quem pode defender uma quadrilha de cabos eleitorais, empregados da Prefeitura, arrancando e destruindo placas das obras do Governo do Estado a mando de um prefeito que tenta se reeleger? Essa foi a imagem pintada na mente dos ouvintes, enquanto ouviam o relato horrorizado dos apresentadores. Fiquei triste e pensei: “Se for verdade, danou-se”. Uma decepção.

Baixei o volume do rádio e liguei o computador pra procurar notícias. O Holanda ainda não dizia nada. Eu ainda tentava conseguir alguma informação quando um rapaz que conheci na internet outro dia, o Sílvio, me perguntou, num programa de mensagens: “tá acompanhando a entrevista do safado de coari na cbn?”.

Não entendi mais nada. Aumentei novamente o volume.

O vice-prefeito de Coari, Rodrigo Alves, dava entrevista exclusiva à CBN, e falava da injustiça que sofreu com a prisão pela Polícia Federal. Rodrigo foi preso em 8 de julho, acusado de ser sócio de uma empresa envolvida na corrupção do município, e por atuar na destruição de provas dos crimes. Disse que não há qualquer registro contra ele nas denúncias. O apresentador Ronaldo, referindo-se às escutas feitas pela PF, disse que lera as 2 mil páginas “por alto”, e que realmente não encontrara referências a Rodrigo nas interceptações telefônicas. Rodrigo e o restante da “organização criminosa” (termo usado pela PF) foram soltos segunda-feira (18). Rodrigo disse que “não tem nada a ver com corrupção”, e que sua soltura “é um reconhecimento da Justiça” de sua inocência.

Ronaldo leu “por alto” o documento errado. Rodrigo esqueceu-se, também, da página 253 da denúncia final da Operação Vorax. Mas O Malfazejo, inteligente que é, foi atraído pela inteligência da CBN, e conta aos seus apresentadores e ao vice-prefeito de Coari o que segue na imagem abaixo:

As duas páginas seguintes da denúncia, 254 e 255, detalham cada uma das licitações em que a empresa de Rodrigo Alves está envolvida. Rodrigo tem todo o direito de ser ingênuo ou malandro, dizendo que sua soltura significa absolvição. Ronaldo e Marcos também têm todo o direito — e o dever — de serem cortezes, gentis e respeitosos (ainda que incisivos) com o rapaz e com qualquer outro entrevistado, afinal, leram “por alto” os documentos da Polícia Federal.

Por que conto isto? Porque quero contar o meu dia, passo a passo. É esta a essência de um blog, não?

Pois bem. Agora já me refazendo do baque de saber que havia uma suposta quadrilha sendo libertada e que havia outra sendo presa, começei a entender o que ocorria. Os funcionários da Prefeitura estavam fazendo um trabalho de rotina, e no mesmo dia (ontem, 19) retiraram outras placas de locais indevidos. Várias delas não eram do Governo do Estado — nem da Prefeitura de Coari. Quando retiravam a placa do Governo do Estado, instalada sem autorização, foram presos pela Delegacia de Capturas e Polícia Interestadual (Polinter) em flagrante. A acusação? Formação de quadrilha e depredação de bem público.

Segundo o jornal A Crítica, “questionado sobre o porquê de se formar uma quadrilha para roubar placas (que aparentemente não têm qualquer valor monetário), o delegado [Arthur Lyra] afirmou que apenas hoje informará o que motivou o suposto crime, cuja pena é de até três anos de detenção.” A foto ao lado é de Antônio Lima, de A Crítica, e capta de forma inequívoca o drama da placa do Governo do Estado, aparentente inteiraça por fora, mas certamente destruída por dentro.

Segundo a Polícia, a quadrilha dos garis era contumaz, reincidente. A destruição do bem público já vinha ocorrendo antes. Segundo Hiel Levy e Raul Zaidan , do Governo, relatos sobre o crime já datavam do dia 4 de agosto, quando a tal quadrilha teria roubado outra placa, do mesmo local, provavelmente para picá-la em mil pedacinhos e fazer vodu nos porões da Prefeitura. Então, diante de tão perturbadores relatos, o Governo, que não instalou nenhuma câmera para filmar certas reincidências no aeroporto de Coari, no iate Brisas ou na casa da juíza Ana Paula Braga, decidiu voltar suas câmeras para o caso do Terrível e Misterioso Ladrão de Placas do Governo.

E bingo! Prendeu os meliantes em flagrante.

Segundo Hiel e Zaidan, ninguém tem o costume de pedir autorização para colocar placas nas praças da cidade, nem a Prefeitura. Ainda segundo Hiel e Zaidan, seria a Secretaria de Desenvolvimento Urbano quem deveria retirar as placas indicativas de obras, e não outra secretaria municipal. Ainda segundo Hiel e Zaidan, o governador Eduardo Braga “não se envolveu em nenhum momento neste episódio […] ao contrário, determinou que a Defensoria Pública colocasse servidores à disposição dos funcionários municipais detidos, se estes não estivessem sendo assistidos por advogados”. Segundo Hiel e Zaidan, custa-lhes acreditar que o roubo das placas seja uma estratégia da Prefeitura para confundir a população sobre a autoria das obras do Governo em Manaus. Entendeu? Numa nota oficial cheia de ironias, o Governo do Estado afirma que o prefeito incitou os garis ao crime e insinuou que ele queria roubar os créditos por uma obra do governo.

Custa-me acreditar na contradição. O governador não interferiu em nada, mas ao mesmo tempo ofereceu advogados aos garis-bandidos? Custa-me acreditar que, numa cidade em que 13 pessoas foram assassinadas no último fim de semana, oito trabalhadores fardados tenham sido presos por formação de quadrilha por uma polícia que tem 8 mil prisões acumuladas para cumprir. Custa-me acreditar que os policiais não tenham percebido que os oito “bandidos” eram “laranjinhas”, cumprindo um dever que cumprem desde 2005, o de retirar placas instaladas em locais indevidos. Em 2007 foram 2 340 faixas retiradas, a maior parte particulares.

Há algo muito errado na legislação municipal, pois o crime dos bandidos da Prefeitura é previsto em lei.

A lei 674, de 4 de novembro de 2002, estabelece que placas publicitárias devem ter autorização da Prefeitura, exceto as placas de sítios, granjas, serviços de utilidade pública, hospitais, ambulatórios, pronto-socorros e, nos locais de construção, placas com nomes de engenheiros, arquitetos e firmas responsáveis pelo projeto. As placas eram publicitárias, portanto dependiam de autorização. Mas vamos imaginar que tivessem essa autorização, e que os garis da Semulsp tivessem errado ao retirá-las. Como pode tal ato ser tomado como depredação e formação de quadrilha?

Ah, sim, a lei 674 de 2002 é assinada por Alfredo Pereira Nascimento, então prefeito de Manaus, e Raul Zaidan, então Secretário-Chefe do Gabinete Civil. Hoje Alfredo é ministro dos Transportes e apóia Omar Aziz. Raul Zaidan é Chefe da Casa Civil do Estado do Amazonas.

Eduardo, como bem lembram Hiel e Zaidan, não é candidato — apesar de falar por Omar, responder por Omar, gritar por Omar, suar por Omar, defender Omar, pedir voto pra Omar e ligar para as casas das pessoas fazendo a campanha de Omar. Não, vamos dirimir possíveis confusões na cabeça do eleitor e concordar com Hiel e Zaidan: Eduardo não é candidato.

Mas tem candidato. Omar.

Disseram, a polícia e o Governo, que os garis formaram uma quadrilha e depredaram bem público. Foi o termo utilizado também pelos apresentadores da CBN. Segundo o noticiário, os funcionários municipais, seguindo ordens, destruíram patrimônio público. Pois bem, as placas furtadas estão inteiras e guardadas, e suas famílias podem ficar tranquilas, elas respiram bem e têm tomado os remédios de asma de que tanto precisam.

Imagine-se que Carlos Braga, de 52 anos de idade e há 27 anos, exatamente a metade da vida dedicada à Prefeitura, tenha recebido ordens para roubar uma obra do governo. Imagine-se que Luziney, Everaldo, Francisco, Marciane, Francisco, Jocivam e José, varredores de rua, tenham recebido ordens de Carlos Braga para roubar uma placa de uma praça, vestidos com fardas da Prefeitura e com seus crachás pendurados nos pescoços.

Mas que espécie de bandido é essa, que usa crachá e farda?

Portanto, imagine-se que os oito garis formaram uma quadrilha para “fazer o mal” com as inocentes placas do Governo. Bom, pela incompetência no ramo, só podem ser bandidos da Prefeitura de Manaus, mesmo. Talvez fosse o caso de a bandidagem da capital ir tomar umas aulas com quem entende do ramo, a 363km de Manaus, certo?

Chega de carnaval. Ainda que o Holanda tenha visto os oito garis como “peças descartáveis de um jogo de poder” entre o prefeito e o governador, o que se viu foi apenas um grupo de trabalhadores sendo preso e acusado formalmente por formação de quadrilha e depredação de bem público.

O prefeito, que foi à delegacia assim que soube do ocorrido, acertou ao visitar os presos. E errou, ao personificar a ação da Polinter em Eduardo Braga, falando em autoritarismo. Aliás, neste ponto erram o prefeito e o blogueiro Holanda, que fala em “estado de exceção”, até porque, novamente segundo a nota oficial de Hiel e Zaidan, “a fase das ameaças a profissionais de imprensa no Amazonas ficou no passado”.

Sim, isto está lá, na nota oficial, junto à cutucada em Arthur Neto sobre “o espancamento de pessoas humildes”. Não se pode, realmente, acusar Hiel e Zaidan de fazerem ironias primárias. Não, são ironias elaboradas, refinadas. Defender o Governo pelo fato de prender oito garis e chamá-los que “quadrilha” e no mesmo documento acusar outra pessoa de bater em pobre é ou não é o estado-da-arte da ironia?

Segundo o policial responsável, o Governo descobrira que estavam roubando suas placas, e então a polícia decidiu montar campana e deixar a isca (uma placa novinha e suculenta) para os patifes. Depois do flagrante conseguido, a polícia não podia deixar barato, segundo o mesmo policial, que usou uma expressão chula e informal para ilustrar o que lhe aconteceria ao trato intestinal final, caso liberasse os bandidos.

É bom repetir: nada a ver com o governador. Afinal, segundo Hiel e Zaidan, ele não se envolveu no episódio.

Eduardo é um caso a ser estudado pela ciência.

Nunca se viu tanto, nunca se ouviu tanto, nunca se atendeu tanto ao telefone um homem que não se envolve com uma eleição.

Ah, sim! Rodrigo Alves, aquele que foi entrevistado pela CBN, passou a noite em casa, com a família.

Deu Merda

O fiel escudeiro do governador Eduardo Braga, José Melo, deu uma demonstração clara da intimidade que tem com o chefe do executivo e da confiança que o mesmo tem por seu secretário de governo. Em evento na manhã de hoje em que participou o ministro do desenvolvimento agrário, Guilherme Cassel, Melo justificou a ausencia de Braga com a seguinte explicação:

“O Governador Eduardo Braga queria estar aqui, mas está impedido por motivo de força maior. Ontem fomos inaugurar o asfaltamento no Mundo Novo e lá comemos vários peixes fritos com a comunidade. Por esse motivo ele nãom pode participar dessa solenidade”

Gozadinho ele, né?

Pra piorar Melo resolveu agradecer a presença do ministro em Manaus, dizendo que essa era a primeira vez dele por essas bandas (em sua fala, Cassel afirmou que já esteve em Manaus diversas vezes). Pra demonstrar toda sua felicidade, Melo soltou outra pérola:

“É bom tê-lo aqui, ministro. É muito bom poder sentir o calor do teu corpo”

Paciência e verdades

Faz mal você pensar que a vida é o resultado lógico de um dia após o outro, uns bons, outros ruins, e que os fatos acontecem naturalmente e assim devem ser encarados? Quão prejudicial é você desligar a sua personalidade da tomada do mundo exterior e esperar, despreparadamente, em uma tranqüilidade íntima quase invejável, pelo mais casual dos fatos chegar, te acordar e te convidar para viver?

Se todos temos um destino, não seria o natural termos calma e respeitá-lo de acordo com a sua vontade de chegar? O que fazer quando a impaciência por esperar atropela a preguiça da vida em acontecer? Em nos dar aquilo tudo com que sonhamos?

Mas com o que sonhamos, na verdade? Com a felicidade? Como definir se estamos felizes? Por sorrisos? Por aquele sentimento que nós temos, ocasionalmente, de que a vida está indo em uma direção satisfatória e que nossos planos estão dando certo? Como alcançar a felicidade plena? Ela existe? Destino existe? Paciência existe? Vamos, me responda!

Às vezes, é duro você começar a refletir sobre os fatos que preenchem a sua vida. E muitos deles podem não ser muito bem-vindos, sabe? Mas poder enxergar a verdade do que nós somos – o que pode nos deixar tristes, em um primeiro momento – é o principal passo para quem quer, nesse jogo de videogame chamado “Vida”, passar das fases sem precisar vencer os grandes chefões.

A tão original volta dos que não foram

Como é bom entrar no Agridoce depois de um longo período ausente e ver que houve uma mudança por completo por aqui. O Andrés mandou ver mesmo e eu achei que ficou bem legal. É muito confortante também saber que as mudanças não envolveram um corte no login do Diego, seu amigo postador do blog. Isso é o mais legal.

Agridoce nas Olimpíadas

Hoje eu vi a partida da Seleção Feminina de basquete contra a Austrália, atual campeã mundial, e fiquei meio com pena delas. Elas até se esforçaram bastante, mas perderam. Hã umas duas semanas, eu vi umas cenas da época em que o Brasil era comandado nas quadras por Hortência, Magic Paula, Janeth e companhia (time vice-campeão olímpico) e não dá nem para comparar passado e presente. Assim como não dá para comparar a Seleção masculina do Óscar com a Seleção masculina do Leandrinho e dos caras da NBA.

O pior de tudo é que, se nós formos por esse caminho de comparações, acho que não dá nem vontade mais de ver os Jogos na condição de brasileiro. Tudo o que conseguimos até agora foram dois bronzes, no judô, e essa foi a maior manchete esportiva hoje para o Jornal Nacional. É nessas horas que nós temos certeza que o Brasil é um país muito medíocre nessa área de esportes. Enquanto outras nações brigam pelo ouro, nós nos contentamos com o bronze ou um quarto l ugar. Até no futebol, onde teoricamente somos os melhores, lutamos contra a estigma do fracasso. Será que dessa vez vai?

Agridoce de olho na Imprensa

Eu não gosto muito dessa coisa de falar “um articulista local”, “uma jornalista local” ou algo do tipo. O ideal é fornecermos a informação mais definida e clara possível e não ter medo de exercitar a liberdade de expressão. A crítica que o Andrés fez, noutro dia, em um post aqui no blog, foi em alusão a um erro cometido pela jornalista Mazé Mourão, do A CRÍTICA, em um de seus comentãrios no jornal televisivo da emissora. Talvez já tivessem sacado isso mesmo sem o esclarecimento. Na verdade, eu só faço questão de esclarecer isso para pegar o gancho e dizer que também estou preparando uma crítica sobre uma crônica que a mesma jornalista escreveu para o jornal A CRÍTICA, sobre algo relacionado ao Festival de Ópera. Eu ainda estou checando as informações, mas devo publicar o texto em breve aqui no Agridoce.

Agridoce Dicas

Dêem uma acessada no site http://www.textobr.com. É uma página produzida por jornalistas parceiros e que vale a pena dar uma conferida.

Abraços a todos,

Diego

Agridoce nas Olimpiadas

Mesmo após a contusão no jogo do Corinthians contra o Criciúma pela série B do brasileirão, o craque “argentino” Acosta marcou o segundo gol na vitória por 2 X 1 de sua seleção contra aCosta do Marfim pela primeira fase das Olimpiadas. Mesmo tendo sofrido uma cirurgia, o jogador que defende o Corinthians, mostrou disposição e fez um gol na raça, após chute de Lionel “Andrés” Messi.

Apesar disso, Acosta não voltará a defender a camisa do Timão neste ano. Segundo médicos do clube, o argentino precisa de alguns meses para se recuperar. Já o corpo médico da seleção argentina contestou esse diagnóstico e colocou o rapaz a disposição do técnico argentino que não se arrependeu em escalá-lo.

Já a selecinha brasileira decepcionou os torcedores que acordaram cedo para assistir a partida contra a Bélgica. Jogando mal e sem disposição o time só marcou aos 33 minutos do segundo tempo com o volante bambi Hernanes (um golaço). Para justicar a má atuação o técnico Dunga culpou o calor, o gramado, o árbitro, o Galvão Bueno (pela narração horrível), e a Marta (por ter nascido mulher).

Mas do lado belga também houveram reclamações. Segundo o zagueiro envolvido no lance do jogo, Hernanes apalpou a região glútea do rapaz durante a dividida, fato que o desestabilizou emocionalmente. Sobre a conduta do brasileiro, jogadores de outras seleções se manifestaram contra. “veadinho, tinha que ser do São Paulo, né?”, disse revoltado o jogador japonês Shunsuke Nakamura.

**Continuem acompanhando as notícias das Olimpiadas aqui no Agridoce**

Pós Post: Como aconselha Millôr, anuncio a presença de ironias nesse artigo