Me conquistando…

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Já era fã do Ronaldo pela vida esportiva fenomenal. Quando foi pro Corinthians essa admiração aumentou absurdamente. Agora, porém, nem sei mais o que dizer =)

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Um Sonho

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Hoje o editor executivo do jornal chegou com uma novidade que pegou muita gente de surpresa. Segundo ele, é obrigatório que cada editor e repórter esteja conectado ao MSN Messenger durante seu horário de trabalho. Juro.

A medida foi tomada para melhorar a comunicação entre os funcionários do jornal, diminuindo o trânsito pelos corredores da redação e o barulho ensurdecedor na hora do pescoção.

Analisando minuciosamente essa ordem, consegui prever algumas discussões que provavelmente acontecerão na redação:

“Larga essa matéria, vai te conectar. Quer receber advertência, é”?

“Aaaah, o bonitão tá off line?agora vai ficar off da empresa também. direto pro R.H”

“Que mané foto pra matéria, vai tirar foto pra imagem de exibição do pessoal”

“Essa matéria tá muito grande. Reduz os vocês para ‘vc’ e o também para tb…e coloca a porra do ‘Aga’ depois que escreve ‘Tá’, pelo amor de Deus”.

“sir_pascalzinho@hotmail.com?Que coisa mais ridicula. Toma um manual de redacão, vai aprender a escrever melhor”.

Mas esse lance do e-mail é o que mais me preocupa. Todo mundo sabe que na adolescência nossa criatividade  é gigantesca, NEGATIVAMENTE gigantesca. Meus e-mails sempre foram ridículos, e fazendo uma avaliação da galera que conheço na redação, todos seguem no mesmo caminho =p

O maior medo do Lennon é que a gente se sinta acomodado com esse tipo de coisa, e depois não consiga mais andar até a outra bancada pra conversar com o amigo. Já pensou, em quedas de internet (tão frequentes por essas bandas), ficaríamos desesperados procurando uma forma de pedir o telefone da Natália.

E Viva a Tecnologia

(sir_pascalzinho@hotmail.com pode não responder porque seu status está definido como off line).

Pé Gelaaaaaado

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Pode até parecer perseguição, e talvez seja mesmo. Mas essa semana ví uma notícia que fez minha cabeça explodir (referência ao Jovem Nerd), e não posso deixar de lembrar aqui no Agridoce.

Vôces devem ter visto, saiu em todos os noticiários esportivos que o craque Rrrrrubens Barrcihello poderia abandonar a idéia de se aposentar da Fórmula 1. O veloz piloto dependia apenas de um acerto de detalhes com  escuderia Honda,na qual disputaria o campeonato mundial de 2009.]

A esperança nem durou muito. Dois dias depois a empresa Honda anunciou o fim da escuderia em consequência da crise financeira mundial (sempre ela). Como consequência desastrosa, ou não, Rubinho está mais perto de anunciar sua aposentadoria.

Ô carinha pé frio.

Os Balõezinhos

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                                                    Foto: O Globo

Quem é humano um dia explode.

Deixa transparecer a emoção, não consegue mais engolir o choro, não tolera a injustiça e a tristeza. Quem é vivo se emociona, tem medo, torce, cobra, revolta-se e chora. Chora Muito. Chora por si, chora pelos amigos, chora pelos irmãos, e chora por aqueles que nem conhece. Esta semana eu chorei.

Chorei por centenas de milhares de pessoas que nunca ví na vida, e que provavelmente nunca verei. Na terça-feira assisti um programa de TV (que nunca tinha visto antes por pre-conceito) que contava, com imagens chocantes, o terror que o povo catarinense tem vivido nesses dias de chuva intensa. Terror que fez despertar nesses homens, mulheres e crianças os mais diversos sentimentos.

Essas pessoas perderam pais, filhos, irmãos, amigos. Perderam casas, carros, cachorros, roupas, móveis. Perderam a dignidade, o amor próprio, as expectativas, os sonhos. Essas pessoas estão enterradas na lama, na água podre da chuva, dos rios poluídos. Ví famílias invadindo supermercados atrás de comida, roubando qualquer coisa que pudesse achar, como se fosse a única forma de se manterem vivos. Talvez fosse.

Ví um homem de olhar triste procurando entre os entulhos “alguns balõezinhos pra levar para as crianças”. Aquele pai tinha a expressão de havia perdido tudo, de quem não sabia como explicar para os filhos porque passavam por todas essas dificuldades, porque a vida é tão dolorosa. Ele queria amenizar o fim do mundo com balõezinhos. Naquela hora eu também quis.

Não quero entrar no mérito político da coisa, dessa vez não (por mais dificil que seja pra mim). Naquele momento nem se pensa no culpado pela situação (mesmo sabendo que temos que pensar). Não me acho um cara muito solidário nesses aspectos. Não ligo pro Criança Esperança, não enviei alimentos para as vítimas da seca no interior, nunca assisti ao Tele Toon. Mas o jornalismo me convenceu.

Me interesso em saber como posso ajudar, e contribuir com um bem maior. Quero juntar meus balõezinhos (ainda que sejam poucos), e amenizar a dor das crianças. Também não sou nenhum insensível, nem tinha como ser com toda minha formação de caráter. Só que fico meio sem jeito de espalhar pro mundo que sou ajudando. Acho meio injusto e um tanti quanto idiota.

Ainda naquela terça-feira recebi o email de um amigo que mora em Joinville, me dizendo que tava bem. Eu havia escrito no dia anterior, preocupado com ele. As poucas palavras do meu super-amigo me deixaram aliviado, mas me fez ter certeza de que tudo aquilo realmente existia. Não que eu duvidasse do óbvio, mas as vezes o mesmo jornalismo que me convenceu, me engana alterando proporções.

Para aqueles que não tiveram a mesma sorte que ele, só nos resta ajudar. Seja com uma oração, seja com roupa velha ou um alimento. Vamos juntar os balõezinhos, juntar as nossas forças. Você nãos os conhece, amigo leitor, mas eles são como os. Humanos, vivos, com sentimentos, com muita dor. Eles choram com coisas extremas, e ultimamente esse choro tem sido intenso.

Grande Abraço a Todos…que tenhamos dias melhores

Crítica Secundária

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Frase retirada do site Amigos da Velocidade, de Téo José

“Tenho que manter a calma. Isso aqui é um evento comemorativo. Tem que ser uma coisa na paz. O Schumacher parecia que estava em uma guerra. Ele esqueceu que aqui é o Brasil e tem que vir com calma,”

Dou um ticket do R.U. de 2003 para quem descobrir qual ícone do esporte brasileiro proferiu estas palavras….

…sim, RRRRUBENS BARRRRRICHELO (versão Galvão Bueno), após o Desafio da Estrelas de Kart, em Santa Catarina. Tão desacostumado a estar a frente do Alemão, o brasileiro se encheu de ira e disse essas palavras que expressam perfeitamente a filosofia adotada por ele durante toda a sua brilhante carreira. A tranquilidaaade, a vagarosidaaaaade…que poderia ser uma virtude se ele não fosse um piloto de formula um.

A charge de Afonso Carlos, um cara que sou fã. Espero que ele não se importe.