Notinhas do Parlamento

Tributo a Gushiken – A tão esperada volta de Alfredo Nascimento ao Senado Federal foi algo fora do comum. Em seu discurso de defesa das denúncias de faturamento no Ministério dos Transportes, o pai do express0 (e padrasto da BR-319) disse que foi abandonado pelo Governo, e prometeu provar sua inocência, a exemplo de outros ministros que passaram por frituras. Ele disse que Luís Gushiken, ex-ministro de comunicação de  Lula, só havia conseguido provar que estava limpo depois de morto. O único problema é que o japa continua vivinho lula da silva.

Mais Caro do Mundo – O que era assunto proibido pela turma do governo na época da campanha, agora ganhou força na ALE-AM. Hoje os deputados discutiram a intenção do governo de cobrar pedágio para travessia na Ponte Sobre o Rio Negro. De acordo com a base aliada, a ideia é para garantir que a Ponte de R$ 1 bilhão tenha manutenção frequente nos seus três quilômetros. No afã de agradar ao governador, deputados propuseram tarifas que variam entre R$ 5 e R$ 10. Absurdo, se lembrarmos que a Ponte Rio/Niteroi, com 13 quilômetros, cobra apenas R$4,50

Grande Cidade – Pagar pedágio  para atravessar a ponte-mais-cara-do-mundo Ponte sobre o Rio Negro já não é uma coisa que agrade muita gente, mas, nesta terça-feira, o deputado Orlando Cidade teve uma ideia ainda mais genial. Para justificar que a política de concessões é uma boa sacada do governo do Estado, ele defendeu que seja cobrado pedágio também nas rodovias estaduais, na entrada de cada cidade (sem trocadilho). Ou seja, o cidadão que chega de carro em Manacapuru ou Novo Airão, por exemplo, terá que deixar alguns trocadinhos para os cofres do Estado. Bela forma de incentivar o turismo local, deputado.

O Poeteiro – O vereador Mário Frota deixou transparecer seu lado artístico nesta terça-feira, durante uma tribuna popular na Câmara que discutiu a importância do aleitamento materno. “Acho o gesto de amamentar algo muito lindo. Quando vejo uma mulher amamentando, subitamente me dá uma vontade de escrever uma poesia”. Tá bom, Poeteiro. Conta outra.

 

Anúncios