Graças a Deus

Chega ao fim a queda de braço e o STF, enfim, aprova pesquisas com Célula tronco – > Veja Aqui <

Abraços

Anúncios

Medo corajoso

Engraçado como e do quê as pessoas têm medo.  Tem gente que tem medo de altura.  Tem gente que tem medo de se apaixonar.  Tem gente que tem medo de borboleta.  Eu, particularmente, tenho medo dos três (ok, a parte do medo de borboleta é mentira, eu só tenho medo de barata.. digo, cobra!).

Mais engraçado ainda e um pouco frustrante, admito, é saber que ter medo não serve pra nada. Medo é uma espécie de karma negativo que atrai aquilo que você mais teme bem na sua direção.   Você cai.  As borboletas voam em cima de você.  Você se apaixona, sofre, apaixona-se de novo, sorri, sorri mais um pouco e depois sofre.  Ter medo é dizer para o mundo que você não gosta de uma coisa e ele, sacanamente, te dizer: “I don’t care” – “Eu não me importo” – “No me importa” (Blog Agridoce copiando táticas de blogs parceiros em uma tentativa de atrair leitores latinos).

A questão realmente importante é: nós conseguimos não ter medo ou temos medo porque não conseguimos não ter? (Frases claras e compreensíveis são as melhores, não?).  O que se tem que fazer é enfrentar o medo.  Enfrentar o mundo.  Enfrentar as borboletas e as paixões.  Enfrentar a altura.  Isso não quer dizer se jogar de um prédio, virar galanteador ou admirar insetos.  Isso quer dizer tentar.  Tentar não deixar o frio na barriga impedir você de viver e de (tentar) ser feliz.  Porque a vida é isso: é você na maior montanha-russa do mundo, rezando e suando frio, com uma borboleta voando ao lado e a mulher da sua vida segurando a sua mão.   Quando ela começar a despencar, você vai estar no ponto mais alto da felicidade.

Diego

bye, bye rice

Ontem consegui, enfim, concluir a primeira panelada de arroz feita na casa nova. O crime aconteceu poco depois de escrever esse post aí de baixo. Assim que publiquei, senti aquela fome característica dos grandes pensadores. Fui na cozinha, abri a geladeira e olha quem estava lá…

Fiz esse arroz no primeiro sábado aqui em casa (e lá se vão 9 dias). Daquele dia pra cá ele já foi refogado algumas centenas de vezes, e esteve acompanhado dos mais variados alimentos: miojo, frango, miojo-quatro queijos, tirinhas de frango, miojo-pizza, linguiça e até macarronada (de miojo). Ontem ele foi finalizado ao lado de um ovo frito esperto.

É impressionante como comida pode durar quando reduzimos a família e passamos o dia fora de casa. É claro que dei a famosa cheiradinha no arroz antes de comer. Não senti nem um odor que caracterizasse uma possível inutilização do bicho. Também observei que não havia nada se mexendo dentro dele. Então, o que temer, né?

Aos que se preocupam com a minha saúde, tenho me alimentado bem (fora de casa). Aqui ainda como pouco, mas quando como acabo caindo nesse cardápio de “homenzarrão desprendado”, e isso explica os 9 quilos adquiridos citados no post abaixo. Mas é tudo fase…logo compro um microondas e entra a fase da lasanha semi-pronta =p.

Grande Abraço

Saudades da Magrela

Que saudade enorme de Pedalar

Há meses não faço isso, e agora não posso ver algum ciclista na rua que me dá vontade de sair correndo e pegar a minha magrela também.

Sinto falta do vento na cara, de engolir poeira, do short apertadinho e com protetor de saco (Ui), da buzina e dos xingamentos de motoristas nervosos e fdp´s, de sentar no selim e cantar Raimundos (Ui), de fugir de cachorro, de tirar fino de microônibus, de desviar de velhinhos, de não desviar de buracos.

São tantas coisas pra lembrar, mas o que mais faz falta são os momentos divertidos com os amigos, as es reuniões pra definir o roteiro (sempre prezando pelo caminho com menos ladeira), os videozinhos que eu nunca edito (eeei, eu editei um)…enfim.

Essa abstinência já troxe suas consequências no meu físico. Me pesei hoje e constatei o pior, cheguei aos 85kg. É GALERA, a coisa é séria. Me lembro que há poucos meses pesava só 76. Juro…tá certo que foi na época em que eu ia pedalando para a academia de ginástica ou para o futebol, mas ainda assim é inconcebível.

Domingo cheguei a cogitar uma ida de bicicleta pro Japiim…foi quando percebi que meu pneu tava seco (por culpa da falta de uso). Rodei boa parte da Praça 14 procurando um borracheiro, mas eles tinham algo melhor pra fazer, diferente de mim. Dai desmotivei, veio a preguiça, a dor de cabeça e a indisposição. Fiquei em casa mesmo.

Mas parece que domingo sai. Já falei com meus comparsas e esse fim de semana teremos uma pedalada histórica, com todos os membros do time. Vai faltar chão pra tanto ciclista, muleque doido. Então contarei pra vocês como foi, ou até mostro um novo video. Pro Diego ver que não é só fogo de palha…falando no Diego…Alguem aí tem visto ele??

Pós Post: Este post foi dedicado aos integrantes do PVS Lobos Team: André Luís, Bruno Pinheiro (Pintinho) Glauber Falcão e Fabiano Colares. Pessoas que não me deixam dormir =p

Doce Novidades

Nossa felicidade é feita de pequenas coisas, mas grandes eventos são sempre bem recebidos por nós. Essa semana dois acontecimentos importantíssimos mudaram a minha vida, e me deram a alegria pra seguir sorrindo e correndo atrás dos meus objetivos.

A primeira delas envolve também o outro responsável por este blog, o Didi. Tanto eu quanto ele passamos na primeira fase do concurso da Suframa, e agoras estamos na disputa da prova de títulos. Um detalhe importante é que o Didi passou em primeiro lugar entre os concorrentes de ensino superior. Nossa amiga Fádia também foi aprovada…parabéns a todos =)

A segunda novidade é que, desde domingo, estou morando fora de casa, junto com o meu maninho. Há alguns meses decidimos nos mudar, e agora isso foi possível. Ainda estamos vivendo o clima de arrumação da casa, e nos adaptando com os afazeres domésticos e as responsabilidades caseiras. Mas, no geral, está sendo bem legal. Espero a visita dos meus amigos, de preferência levando novos móveis =p